ACT Institute | O ACT Institute Brasil é o Maior Instituto de Hipnose do mercado e referência internacional em Hipnose Ericksoniana. Dr Stephen Paul Adler, PhD, seu presidente-fundador, é discípulo de Milton Erickson, sendo o único trainer habilitado por ele em toda a América Latina.

COMO SE LIBERTAR DE HÁBITOS NÃO SAUDÁVEIS

Estudos mostram que desde a nossa concepção estamos sujeitos a desenvolver hábitos não saudáveis. 

Hábitos não saudáveis não precisam necessariamente ser apenas aqueles considerados nocivos como beber, fumar, ou usar drogas. Hábitos não saudáveis podem ser coisas mais “simples” como por exemplo roer unhas, não saber a hora de dizer “não”, criar confusões no trânsito ou ter qualquer atitude que se torne rotineira e, de certo modo, possa influenciar negativamente sua vida e a vida de pessoas ao seu redor. 

Mesmo os hábitos considerados saudáveis, quando em excesso, podem se tornar prejudiciais à saúde, como por exemplo, querer saber se uma pessoa está bem o tempo todo. Quando essa ação passa do ponto de ser um gesto de cuidado saudável e passa a ser um ato de controle sobre o outro, pode haver um desequilíbrio, uma desregulação e consequentemente o cuidado, ainda que bom, quanto excessivo, se torna ruim.. 

Cultivar hábitos não saudáveis consome nossa energia, nos desgasta, nos causa bloqueios e nos impede de ter a vida que sonhamos ter. O mais preocupante é que, na maioria dos casos, nós não temos consciência sobre o quanto esses hábitos nos atrapalham, atrasam e geram efeitos negativos em nossas vidas. 

Mas como será que eles nascem?

Desde a concepção, ao longo dos 9 meses da vida intrauterina e também durante alguns anos de nossa vida depois do nascimento, os filhos absorvem informações e estímulos comportamentais, emocionais e até mesmo energéticos dos pais.

Quando concebidas em um ambiente de amor e de forma planejada, a probabilidade de a criança se desenvolver de forma mais saudável emocionalmente do que uma criança que foi concebida no meio de uma crise conjugal onde os pais brigavam muito ou uma gravidez indesejada é muito maior. 

O ambiente e as pessoas com as quais a criança convive, principalmente em seus primeiros anos de vida, são os maiores influenciadores de seus hábitos, comportamentos e emoções.

Quando crescem e se tornam adultas, alguns dos principais geradores de hábitos não saudáveis são o estresse e os problemas do passado. Muitas vezes trazemos para o presente ansiedades, medos e reações que são apenas reflexos de situações passadas, mas que acabam influenciando nossas vidas aqui e agora. 

Uma boa forma de quebrar o ciclo vicioso desses hábitos é praticar a auto-observação, olhar para dentro, silenciar nossa mente e compreender o que fazemos e o porquê de fazermos o que fazemos. 

Essa auto-observação pode ser feita de diversas maneiras, e por meio do uso de muitas técnicas que vão desde sessões de terapia e hipnoterapia até a prática de meditação dos mais variados tipos, atingimos a tomada de consciência, que é na verdade o primeiro passo para a mudança.

Quando tomamos consciência sobre os processos repetitivos e não saudáveis, fica muito mais simples encontrar e trilhar o caminho para a mudança. Mas há um porém: somente tornar-se consciente do problema não garante que você vá ter uma mudança de comportamento. 

Para que a mudança realmente aconteça, você precisa fazer mais do que apenas saber da existência do problema em questão, você precisa agir para encontrar a solução e a cura que tanto deseja. 

Quando silenciamos nossa mente, abrimos nossa percepção e consciência e passamos a enxergar coisas que não conseguimos enxergar quando nosso foco está voltado para o mundo exterior.

Já reparou que quando você se depara com um problema e ele parece ser enorme, mas você se afasta por alguns instantes para respirar e acaba encontrando respostas mais rápido do que se tivesse optado por ficar ali parado olhando para o problema quando ele apareceu? E percebe que quando isso acontece, o problema já não parece ter a mesma proporção enorme de antes?

Claro que há casos em que o problema aparece e você não tem muito tempo de tomar esse respiro e se afastar por alguns minutos, mas você sempre pode fechar seus olhos, respirar fundo e usar esses poucos segundos em que oxigena seu cérebro para olhar para dentro, perceber como você se sente em relação ao que está diante de você e então tomar a melhor decisão. 

Quais hábitos você tem cultivado? Você tem tomado decisões e tem tido ações por impulso ou tem se permitido silenciar sua mente e olhar para dentro de você antes de tomar uma decisão?

Gerir nossos sentimentos e nossos hábitos se torna muito mais simples quando conseguimos olhar para dentro de nós e reconhecer o que estamos sentindo no momento.

Fumar? O que você está sentindo no momento em que decide acender um cigarro e colocá-lo na boca?

Ansiedade? O que você está sentindo quando sente o coração acelerar, as mãos suarem e o medo chegar? Será que esse medo é real ou é fruto da sua mente?

Roer unhas? O que você está sentindo quando leva a mão na boca e começa a morder seus dedos?

Bebida, pornografia, infidelidade, brigas, negatividade, necessidade de controle, trsteza profunda… O que você realmente está sentindo quando experimenta esses hábitos? O que falta? Sua mente está vivenciando uma dor do passado, vagando no futuro ou está vivendo no momento presente?

Pare por um instante e perceba: onde você está agora? Quais são os maus hábitos que você vem cultivando e dos quais gostaria de se libertar? 

Basta olhar para dentro e decidir enxergar. Esse é o primeiro passo para você se curar. 

Estudos mostram que desde a nossa concepção estamos sujeitos a desenvolver hábitos não saudáveis. 

Hábitos não saudáveis não precisam necessariamente ser apenas aqueles considerados nocivos como beber, fumar, ou usar drogas. Hábitos não saudáveis podem ser coisas mais “simples” como por exemplo roer unhas, não saber a hora de dizer “não”, criar confusões no trânsito ou ter qualquer atitude que se torne rotineira e, de certo modo, possa influenciar negativamente sua vida e a vida de pessoas ao seu redor. 

Mesmo os hábitos considerados saudáveis, quando em excesso, podem se tornar prejudiciais à saúde, como por exemplo, querer saber se uma pessoa está bem o tempo todo. Quando essa ação passa do ponto de ser um gesto de cuidado saudável e passa a ser um ato de controle sobre o outro, pode haver um desequilíbrio, uma desregulação e consequentemente o cuidado, ainda que bom, quanto excessivo, se torna ruim.. 

Cultivar hábitos não saudáveis consome nossa energia, nos desgasta, nos causa bloqueios e nos impede de ter a vida que sonhamos ter. O mais preocupante é que, na maioria dos casos, nós não temos consciência sobre o quanto esses hábitos nos atrapalham, atrasam e geram efeitos negativos em nossas vidas. 

Mas como será que eles nascem?

Desde a concepção, ao longo dos 9 meses da vida intrauterina e também durante alguns anos de nossa vida depois do nascimento, os filhos absorvem informações e estímulos comportamentais, emocionais e até mesmo energéticos dos pais.

Quando concebidas em um ambiente de amor e de forma planejada, a probabilidade de a criança se desenvolver de forma mais saudável emocionalmente do que uma criança que foi concebida no meio de uma crise conjugal onde os pais brigavam muito ou uma gravidez indesejada é muito maior. 

O ambiente e as pessoas com as quais a criança convive, principalmente em seus primeiros anos de vida, são os maiores influenciadores de seus hábitos, comportamentos e emoções.

Quando crescem e se tornam adultas, alguns dos principais geradores de hábitos não saudáveis são o estresse e os problemas do passado. Muitas vezes trazemos para o presente ansiedades, medos e reações que são apenas reflexos de situações passadas, mas que acabam influenciando nossas vidas aqui e agora. 

Uma boa forma de quebrar o ciclo vicioso desses hábitos é praticar a auto-observação, olhar para dentro, silenciar nossa mente e compreender o que fazemos e o porquê de fazermos o que fazemos. 

Essa auto-observação pode ser feita de diversas maneiras, e por meio do uso de muitas técnicas que vão desde sessões de terapia e hipnoterapia até a prática de meditação dos mais variados tipos, atingimos a tomada de consciência, que é na verdade o primeiro passo para a mudança.

Quando tomamos consciência sobre os processos repetitivos e não saudáveis, fica muito mais simples encontrar e trilhar o caminho para a mudança. Mas há um porém: somente tornar-se consciente do problema não garante que você vá ter uma mudança de comportamento. 

Para que a mudança realmente aconteça, você precisa fazer mais do que apenas saber da existência do problema em questão, você precisa agir para encontrar a solução e a cura que tanto deseja. 

Quando silenciamos nossa mente, abrimos nossa percepção e consciência e passamos a enxergar coisas que não conseguimos enxergar quando nosso foco está voltado para o mundo exterior.

Já reparou que quando você se depara com um problema e ele parece ser enorme, mas você se afasta por alguns instantes para respirar e acaba encontrando respostas mais rápido do que se tivesse optado por ficar ali parado olhando para o problema quando ele apareceu? E percebe que quando isso acontece, o problema já não parece ter a mesma proporção enorme de antes?

Claro que há casos em que o problema aparece e você não tem muito tempo de tomar esse respiro e se afastar por alguns minutos, mas você sempre pode fechar seus olhos, respirar fundo e usar esses poucos segundos em que oxigena seu cérebro para olhar para dentro, perceber como você se sente em relação ao que está diante de você e então tomar a melhor decisão. 

Quais hábitos você tem cultivado? Você tem tomado decisões e tem tido ações por impulso ou tem se permitido silenciar sua mente e olhar para dentro de você antes de tomar uma decisão?

Gerir nossos sentimentos e nossos hábitos se torna muito mais simples quando conseguimos olhar para dentro de nós e reconhecer o que estamos sentindo no momento.

Fumar? O que você está sentindo no momento em que decide acender um cigarro e colocá-lo na boca?

Ansiedade? O que você está sentindo quando sente o coração acelerar, as mãos suarem e o medo chegar? Será que esse medo é real ou é fruto da sua mente?

Roer unhas? O que você está sentindo quando leva a mão na boca e começa a morder seus dedos?

Bebida, pornografia, infidelidade, brigas, negatividade, necessidade de controle, trsteza profunda… O que você realmente está sentindo quando experimenta esses hábitos? O que falta? Sua mente está vivenciando uma dor do passado, vagando no futuro ou está vivendo no momento presente?

Pare por um instante e perceba: onde você está agora? Quais são os maus hábitos que você vem cultivando e dos quais gostaria de se libertar? 

Basta olhar para dentro e decidir enxergar. Esse é o primeiro passo para você se curar.