Casos de fobia são bastante comuns em todas as partes do mundo. Os motivos de as pessoas sentirem esse medo tão intenso são diversos, variando de elementos comuns até situações raras.

O fato é que, independentemente da razão, a fobia gera graves efeitos na qualidade de vida do paciente. Dependendo do grau e do tipo de fobia, a pessoa pode ter dificuldades em se relacionar e se desenvolver. Por isso, a busca por tratamento é indispensável.

Os primeiros passos para ajudar os pacientes são justamente se aprofundar no tema e entender quais são as fobias mais comuns e como devem ser tratadas.

Para tanto, veja, neste post, tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

1. O que é fobia?

A fobia é caracterizada por um medo irracional e persistente, focado em um objeto ou situação específica. Uma vez que o paciente se vê diante de tal elemento, pode apresentar uma série de sintomas físicos e psicológicos.

Dependendo da intensidade de cada quadro, o conjunto de sintomas se torna incapacitante. Os sinais mais comuns são:

1.1 Sensação de ansiedade ou pânico

Ao se depararem com o objeto ou a situação que temem, os pacientes normalmente experimentam quadros muito semelhantes à ansiedade ou ao pânico. Eles desejam sair rapidamente da situação de contato e, para isso, podem agir de maneira impulsiva.

Alguém que tenha medo de um determinado animal, por exemplo, pode sair correndo sem prestar atenção ao redor somente para fugir do encontro indesejado.

Essa sensação é persistente e, sem tratamento, só será totalmente controlada quando a pessoa sentir que está em segurança.

1.2 Dificuldade para respirar

A dificuldade para respirar é um dos principais sintomas enfrentados por quem tem algum tipo de fobia, podendo desencadear sintomas secundários.

A pessoa sente que não consegue controlar o ar que entra e sai de seus pulmões e começa a respirar mais rápido do que deveria. Essa sensação de sufocamento aumenta juntamente com o nervosismo e é capaz de provocar quadros de hiperventilação.

Em alguns casos, a falta de oxigenação pode ser tão intensa que causa tonturas, enjoos e desmaios.

1.3 Aumento da frequência cardíaca

Diante do elemento causador da fobia, o cérebro realiza uma descarga de adrenalina no organismo. Isso faz com que o corpo fique em alerta e altere diversas funções corporais. Uma delas diz respeito à circulação sanguínea, que fica acelerada.

Para dar conta dessa necessidade, o coração passa a trabalhar com maior intensidade. Como consequência, há um aumento da frequência cardíaca, o que compromete ainda mais a capacidade de respirar corretamente.

1.4 Sudorese intensa

Esse aumento da intensidade do funcionamento do organismo normalmente faz com que a temperatura do corpo se eleve. É por isso que as pessoas podem sentir uma espécie de queimação pelo corpo, especialmente no rosto.

Como resposta para proteger as células, as glândulas sudoríparas começam a produzir suor. O objetivo é diminuir a temperatura com a eliminação da água, mantendo o corpo regulado.

Isso também tem a ver com o controle emocional. O objetivo do corpo é aumentar a sensibilidade para encarar as situações de perigo que a carga de adrenalina sugere. Por isso, em situações como essas, é comum as pessoas ficarem com as mãos e o rosto suando.

1.5 Sentimento de incapacidade

Mesmo querendo fugir daquilo que o aflige, em muitos casos, o fóbico apresenta dificuldade de se mover. Essa é uma reação do organismo e do sistema nervoso, que faz com que o corpo “congele”.

Esse sentimento de incapacidade, impotência e prisão no próprio corpo é uma das mais incapacitantes características da fobia. Dependendo da situação, contribui para que o paciente se sinta ainda mais nervoso.

2. Quais as principais causas da fobia?

As causas para a fobia não são totalmente conhecidas. Por ser uma resposta psicológica, é completamente particular e individual. Porém, é bastante comum que as fobias sejam causadas por experiências passadas ou por um fundo cultural.

Crianças que acreditam que o escuro esconde monstros, por exemplo, podem desenvolver uma fobia nesse sentido. Eventualmente, tal medo se torna algo que permanece na vida adulta, mesmo que a pessoa entenda que não há motivos para temer.

Quanto às experiências passadas, uma situação traumática pode contribuir para uma fobia futura. Alguém que é mordido por um cão tem grandes chances de passar a ter medo irracional de qualquer outro cachorro que se aproxime.

Porém, uma nova abordagem mostra que é possível que essa seja uma questão genética. Pesquisadores de Atlanta mostraram que ratos são capazes de transmitir informações traumáticas para seus descendentes. Embora os resultados não sejam totalmente conclusivos para humanos, trazem nova luz para esclarecer esse ponto.

Entender as raízes de cada questão, por sua vez, é fundamental para compreender qual caminho de tratamento é o mais adequado para cada pessoa.

3. Medo e fobia: qual a diferença?

Ao mesmo tempo, é fundamental não confundir medo e fobia. Ainda que pareçam a mesma coisa, são duas reações distintas.

O medo é, na verdade, uma forma de defesa do organismo. Ao enviar esse alerta, o cérebro espera que o indivíduo se prepare para lidar com a situação adversa. Ao estar em uma grande altura sem a devida segurança, por exemplo, é normal sentir apreensão, porque há o risco de a pessoa se machucar.

Porém, a fobia não é uma resposta racional nem pontual. O paciente sempre tem a mesma reação quando é colocado diante do elemento em questão, mesmo quando ele não apresenta nenhum risco. É o caso de quem tem ataques fóbicos somente de ver uma aranha em uma foto.

Outra característica da fobia é que ela é altamente incapacitante. A pessoa perde o poder de escolha e liberdade e não consegue agir diante da situação.

Nesse sentido, enquanto a sensação de medo é apenas uma resposta emocional passageira, o quadro fóbico é uma doença que demanda tratamento específico.

4. Quais são as classificações de fobia?

Dentro da realidade humana, as fobias são muito mais comuns do que parecem.

Por uma série de fatores — como bagagem cultural e comportamentos —, algumas fobias aparecem com maior frequência.

A seguir, conheça 11 classificações de fobias comuns e, por fim, 4 tipos mais raros:

4.1 Acrofobia

A acrofobia é o famoso medo intenso e irracional com relação à altura. Uma das manifestações desse quadro é a vertigem, em que a pessoa afetada se sente prestes a desmaiar diante de uma altura elevada.

O problema é que, em certos casos, a fobia pode se tornar um risco para a saúde. Combinando esse quadro a ataques de pânico e agitação, a pessoa se torna incapaz de se manter em segurança. Alguns pacientes, inclusive, têm o desejo de se jogar diante de um local alto.

Os sintomas do quadro não aparecem apenas quando a pessoa está fisicamente diante de uma altura elevada. Vídeos e fotos de situações extremas nas alturas já podem desencadear os primeiros sintomas, gerando aversão no paciente.

Esse tipo de caso é capaz de atrapalhar o convívio social e a vida profissional, já que muitos acrofóbicos não conseguem trabalhar em locais elevados.

4.2 Aerofobia

Por falar nas alturas, a aerofobia é o medo exagerado de avião. Embora seja completamente natural sentir medo durante uma turbulência ou após sucessivas notícias de acidentes, a aerofobia, muitas vezes, incapacita as pessoas de até mesmo entrarem no avião.

Entre toda a população, estima-se que 40% dos brasileiros tenham medo de voar de avião.

Esse quadro pode propiciar ataques de ansiedade ou pânico, antes ou após o embarque, e, muitas vezes, leva as pessoas a tomarem remédios para dormir ou bebidas alcoólicas na tentativa de se acalmarem. O problema é que isso pode piorar ainda mais o quadro e mesmo causar problemas de segurança.

4.3 Agorafobia

A agorafobia é o medo que os pacientes sentem de estar em locais abertos ou no meio de muitas pessoas. Trata-se de uma espécie de evolução da ansiedade que atinge quem sofre com o pânico de ficar em ambientes muito movimentados.

Ela gera sintomas parecidos com os da síndrome do pânico e, inclusive, pode evoluir para ela. A sensação é de impotência, nervosismo e grande incômodo. No Brasil, é estimado que ocorram 150 mil casos.

Trata-se de algo que afeta diretamente o convívio social, fazendo com que o paciente, na maioria das vezes, fique isolado em casa.

4.4 Aicmofobia

Quem tem verdadeiro pavor de agulhas, quaisquer que sejam, sofre com a chamada aicmofobia. Ela se manifesta, principalmente, em situações como coleta de material para exames e vacinas.

Os sintomas incluem sensação de desespero, agitação, tonturas e desmaios. É comum em crianças e também acontece com bastante intensidade em adultos, podendo causar riscos para a segurança.

Eventualmente, é uma condição que atrapalha no cuidado com a saúde e na prevenção de doenças, prejudicando a saúde do paciente em longo prazo.

4.5 Aracnofobia

A aracnofobia tem a ver com o pavor relacionado a aracnídeos, especialmente as aranhas. É uma das mais intensas ligadas a animais e é capaz de desencadear comportamentos altamente irracionais.

A sensação de asfixia é um sintoma muito comum, assim como tremores ou sudoreses. A pessoa pode se colocar em perigo tentando fugir do animal. Em alguns casos, há a sensação que leva a pessoa a achar que está à beira de um colapso de nervos.

Também afeta o convívio social e a vida em geral, porque muita gente que sofre de aracnofobia, em razão do medo, deixa de aproveitar oportunidades. Basta ter a ideia de que um local pode ter um inseto do tipo para que o paciente não deseje visitá-lo.

4.6 Claustrofobia

A claustrofobia tem a ver com a sensação irracional de não conseguir sentir conforto em espaços pequenos e fechados. Quem sofre com esse problema, por exemplo, tende a evitar andar de elevador por medo de ficar preso.

Quando são colocados em situações em que ficam presos em um local, os claustrofóbicos podem sentir falta de ar, hiperventilação, aperto no peito, visão turva e demais sintomas ligados a crises de pânico ou ansiedade.

Essa situação pode ser desencadeada mesmo quando a pessoa entra no local por vontade própria. Também potencializa outras fobias, como a aerofobia. Quem sofre de ambas as condições normalmente tem mais dificuldade para entrar e permanecer no avião, tanto por causa do transporte quanto pela sensação de prisão.

4.7 Coulrofobia

Por mais estranho que pareça, a coulrofobia — o medo que algumas pessoas sentem de palhaços — é real. Embora essas figuras sejam tradicionalmente infantis e divertidas, muitos fatores fazem com que as pessoas tenham ataques fóbicos diante de tais personagens.

Quem sofre com essa condição pode experimentar aumento da pressão arterial, enjoo e sudorese intensa. Ainda que seja curioso, esse tipo de fobia é bastante comum, porque os palhaços são figuras presentes na vida das pessoas e na cultura em geral.

Apesar de ser relativamente difícil encontrar palhaços no dia a dia, muitas pessoas podem se negar a se dirigir a alguns lugares — como festas de criança ou eventos circenses — devido ao medo de se depararem com figuras como essas.

4.8 Glossofobia

Outra fobia que é mais comum do que parece é a glossofobia. Ela corresponde ao medo quase paralisante de falar em público, especialmente de um grande grupo de pessoas e/ou em situações cruciais.

Níveis moderados de desconforto fazem parte do que é conhecido como “ansiedade ótima”, mas a paralisia diante da situação pode caracterizar a fobia. Tremores, sudorese e dificuldade para falar são apenas alguns dos efeitos mais comuns.

O maior impacto acontece na vida profissional, já que é muito comum ter que fazer apresentações importantes — seja para os clientes ou para os superiores. Diante da dificuldade, o desempenho pode ser prejudicado.

4.9 Misofobia

O medo exagerado de germes, sujeira e contaminação, em geral, recebe o nome de misofobia. Novamente, não se trata de um mero cuidado com a saúde, mas, sim, de um pavor irracional e que leva a atitudes exageradas.

O comportamento de um indivíduo com essa condição inclui arrumar e limpar os locais o tempo todo, assim como lavar as mãos com muita frequência. Além disso, a pessoa pensa com muita intensidade sobre o assunto e têm medo de ser contaminada, mesmo quando não há risco.

Os impactos na vida podem fazer com que a pessoa deixe de ter uma rotina normal pelo medo de sofrer com alguma sujeira ou elementos indesejados.

4.10 Necrofobia

Já a necrofobia tem a ver com a total aversão a coisas mortas ou a elementos ligados à morte. De certa forma, também tem a ver com o medo de morrer. Pode ser desencadeado ou potencializado pela perda de um familiar, mas isso não é uma regra.

É um transtorno complexo, mas que, mesmo assim, é bastante comum, especialmente na cultura ocidental, que encara a morte como um sofrimento. As reações são diversas, indo de tontura e mal-estar a desmaios e pânico absoluto.

Dependendo da gravidade, pode afetar o discernimento do indivíduo, de modo a comprometer a sua qualidade de vida.

4.11 Nictofobia

Uma fobia comum em crianças, mas que também aparece em adultos, é a nictofobia. Ela trata do completo horror à escuridão e à noite em geral. O medo normalmente está associado a algum evento sobrenatural que poderia acontecer na falta de luz.

O maior problema é que isso causa insônia, além de gerar tremores, dificuldade para respirar e ansiedade intensa.

Muitas vezes, quem sofre com essa condição não gosta de dormir sozinho ou sequer sai à noite. Isso afeta diversos aspectos da vida, indo dos relacionamentos pessoais aos profissionais.

Até aqui, você conheceu 11 tipos frequentes de fobia. Já quando o assunto são as fobias raras, também não faltam opções.

A seguir, confira algumas classificações que merecem destaque:

4.12 Ablutofobia

Imagine uma vida sem conseguir tomar banho ou mesmo lavar-se corretamente. Pois é assim que vivem as pessoas com ablutofobia. Ela consiste no terror intenso a respeito de entrar em contato com água para se lavar e se manter limpo.

Banhos são verdadeiros momentos de horror e mesmo tomar chuva pode ser um fator que dispara uma crise. Um comportamento que, muitas vezes, é encarado como birra em crianças, inclusive, pode se tratar de uma fobia intensa.

Os efeitos atingem fortemente a vida pessoal e profissional, capazes, inclusive, de provocar o isolamento social, devido à falta de higiene que essa situação causa.

4.13 Afefobia

O medo intenso e irracional de ser tocado, de maneira sexual ou não, é conhecido com o afefobia. Quem sofre com esse problema, normalmente, tem muita dificuldade em manter qualquer relacionamento pessoal aprofundado, devido ao contato envolvido na proximidade entre as pessoas.

O simples toque pode gerar sensações como queimação da pele, ataques de pânico ou irritabilidade. Em geral, está associado a experiências anteriores, mas essa não é uma regra.

O maior efeito acontece na vida amorosa, já que a falta de contato pode ser um empecilho para relacionamentos saudáveis.

4.14 Botanofobia

Algumas pessoas têm medo de florestas no escuro, de alguns tipos de planta ou de flores específicas. Enquanto isso não dispara qualquer senso de alerta, o medo persistente e generalista a respeito de qualquer espécie vegetal é conhecido como botanofobia.

Pacientes com esse quadro têm medo de organismos como flores, árvores e mesmo frutas e vegetais, os quais são elementos capazes de desencadear crises intensas de fobia.

Os motivos são variados e vão desde o medo referente a uma alergia ou reação venenosa até a sensação de que as espécies podem dominar o planeta.

A vida fora de casa se torna especialmente difícil nesses quadros. Como é extremamente rara, também carrega estigmas que tornam o convívio social ainda mais difícil.

4.15 Somnifobia

Outra fobia atípica é a somnifobia. Quem sofre com essa questão sente um medo irracional de dormir e descansar, principalmente à noite e/ou por períodos prolongados.

O principal motivador dessa questão é o receio que a pessoa sente de não ter controle sobre a situação e de morrer durante o sono. Pode-se dizer, portanto, que o medo maior não é só de dormir, mas, também, de não acordar.

Esse quadro leva a uma rotina pouco regrada, ao cansaço constante e à falta de produtividade. Atrapalha o desempenho, a concentração e a vida pessoal como um todo.

5. Como a fobia pode ser tratada?

A fobia não é como gripes ou infecções, que desaparecem com apenas um tratamento. A verdade é que o paciente precisa aprender a lidar com a raiz do seu medo e, a partir daí, conquistar uma maior qualidade de vida.

Cada pessoa possui necessidades específicas. Porém, algumas formas de tratamento comuns a diversos casos incluem:

5.1 Psicoterapia

A psicoterapia é uma excelente forma de começar o tratamento. É a partir dessa avaliação psicológica que o profissional é capaz de compreender qual é a causa principal para a fobia.

Essa avaliação é necessária para que se compreenda qual é a abordagem mais indicada e que promete gerar melhores resultados. A partir disso, todo o restante do tratamento é executado com maior assertividade.

Porém, esse caminho tende a não resolver a questão de maneira isolada, devendo estar aliado a outras possibilidades.

5.2 Dessensibilização

Nesse sentido, a dessensibilização é uma possibilidade que pode se aliar à psicoterapia. Ela acontece de maneira sistemática e tem como objetivo permitir que o paciente se acostume à ideia de conviver, dentro de certos parâmetros, com o objeto de sua fobia.

Tudo acontece de maneira controlada e planejada, e o principal objetivo é garantir que o paciente se sinta seguro e tão confortável quanto possível diante da situação. Eventualmente, isso minimiza o aspecto paralisante e de reações muito intensas causadas pela fobia.

5.3 Administração medicamentosa

Em alguns casos, a fobia pode estar ligada a outras questões psicológicas, como síndrome do pânico ou ansiedade. Nesse sentido, o paciente normalmente se beneficia de medicamentos específicos, especialmente para controlar os sintomas.

Porém, essa não é uma solução solitária, e somente tomar medicamentos é uma forma de mascarar o problema. Além disso, nem todo mundo pode utilizar essa técnica, que é reservada a casos específicos e exige prescrição médica.

5.4 Hipnoterapia

A Hipnose Ericksoniana tem como principal objetivo se comunicar com a mente inconsciente de maneira totalmente não invasiva. Com isso, a hipnoterapia é uma excelente opção para tratar o problema.

Além de ajudar a reconhecer a causa da questão, auxilia na dissociação. Ao compreender o fato gerador desse quadro, o hipnoterapeuta utiliza técnicas que ajudam o paciente a fazer associações diferentes a respeito do que causa a fobia.

Trata-se de uma técnica não invasiva e sem contraindicações. Além disso, o tempo de tratamento tende a ser mais curto e, após algumas sessões, é comum observar melhoras significativas.

Como a fobia corresponde a um medo persistente e irracional, o tratamento é necessário para garantir a qualidade de vida do paciente.

Um clássico caso de sucesso é o de Stephen Paul Adler, presidente do ACT Institute. Com décadas de prática clínica e de hipnose, ele já tratou diversos executivos que sofriam com a aerofobia.

O grande diferencial é que o uso da Hipnose Ericksoniana mostrou-se como um tratamento de efeitos duradouros. Segundo o próprio Adler, tal questão se deve à capacidade de intensa aprendizagem que o cérebro possui nesse estado.

Isso permite a transmissão de informações que mudam o comportamento, o que leva a pessoa a ter uma atitude diferente diante do elemento fóbico.

Cada caso exigirá uma combinação específica de caminhos a serem seguidos, de modo a obter o máximo de qualidade de vida para o indivíduo.

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