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O conceito de ser empático dentro de consultório pode ser conflituoso na comunidade acadêmica psicológica. Enquanto para uns a imparcialidade afetiva auxilia no tratamento efetivo, para outros, a empatia auxilia na compreensão do indivíduo como um todo e, consequentemente, no desenvolvimento de métodos mais profundos e assertivos.

 

Se você ainda não tem certeza de que ser empático pode ou não ajudar em suas práticas clínicas, ou se já decidiu que a empatia é um fator fundamental de tratamento, aqui vai um método que pode transformar sua abordagem!

 

Ser empático é simples?

Há quem diga que ser empático é uma questão de personalidade, alguns nascem empáticos, outros não. Outros dirão que é uma série de experiências coletadas ao longo da vida, e que com o tempo são desenvolvidas e aperfeiçoadas. Para nós, pode ser uma mistura de ambos, mas acima de tudo, uma forma profunda de se conectar com o paciente. É se colocar de forma completa no lugar do outro e compreender a dor em níveis cognitivos e afetivos.

 

Ser empático é, para muitos, um exercício fundamental, mas que nem sempre é simples de se colocar em prática. Conectar-se com tendências suicidas ou maléficas é um desafio para muitos profissionais da área. Enquanto decepções amorosas são muito mais simples de compreender em níveis afetivos – afinal, a grande maioria de nós já experimentou,outras se mostram muito mais complexas de associar nos três níveis empáticos.

 

Afetivo, cognitivo e reguladores emocionais, estes são os três níveis que compõem a empatia. O partilhamento e compreensão de estados emocionais são responsabilidade do afetivo, já o cognitivo refere-se a capacidade de deliberar estados mentais de seus pacientes, enquanto aos reguladores emocionais sobram o grau das respostas empáticas.

 

Praticar tais níveis de empatia em qualquer caso apresentado em consultório, torna-se uma tarefa desafiadora por vezes, mas que com as práticas corretas, podem ser desempenhadas em qualquer situação apresentada.

empaa
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O poder da hipnose clínica

Podemos dizer que os métodos da hipnose clínica tem ajudado terapeutas e psicólogos em âmbitos universais. Aos que praticam a hipnose ericksoniana em consultório, ser empático se tornou muito mais simples em todos seus aspectos. Isso ocorre pois os terapeutas que voltam suas abordagens a terceira onda da terapia – aquela que compele Milton Erickson, Carl Rogers e outros visionários atuais – focam toda a experiência clínica no rapport, na conexão, no engajamento e no relacionamento cocriado entre o paciente e o terapeuta.

 

É através da compreensão sistêmica interna e externa dos problemas dos clientes, assim como a compressão de seus campos relacionais, que a abordagem da hipnose clínica, auxilia o profissional a ser empático com qualquer um de seus pacientes, independentemente de qual a dificuldade apresentada.

 

Por fim, a empatia gerada através dessa prática, acaba ajudando o terapeuta nas seguintes compreensões:

  • O impacto do trauma e como trabalhá-lo;
  • Como apoiar a integração;
  • Como aliviar o cliente para promover a consolidação.

 

Além disso, a hipnose clínica possui métodos poderosos de tratamento que auxiliam na cura de traumas e até mesmo dores crônicas. Veja como a hipnose clínica pode expandir seus conhecimentos e não somente ajudar em níveis de conexão com seu paciente, mas também em resultados. É só acessar o link: http://www.actinstitute.org/curso-hipnose-ericksoniana/index.php

 

Grande abraço e até a próxima!
Equipe Act Institute.