Estima-se que 90% das pessoas já tenham sofrido um evento potencialmente traumático ao longo da vida. Todos os dias, alguém sofre um trauma e marca a vida para sempre, podendo, em muitos casos, ser a raiz de diversos transtornos psicológicos. Se o seu paciente sofre de algum trauma que pode obscurecer ou mesmo impedir o bem-estar dele, é preciso encontrar mecanismos para ajudá-lo da maneira mais rápida e eficiente possível.

 

Cada pessoa tem uma maneira de reagir diante de experiências inesperadas, ou seja, isso varia muito de acordo com cada um. Quando determinado acontecimento tem um grande impacto emocional maior do que a capacidade de suportar, dizemos que ele sofre de algum trauma.

 

Com relação a isso, é importante acrescentar que cada indivíduo tem um limite diferente quando se depara com determinado evento. O que gera trauma para um, não necessariamente gera para outro. Inclusive, as reações a momentos traumáticos podem desaparecer com o tempo para algumas pessoas. Mas e quando uma pessoa sofre de algum trauma de uma maneira não temporária?

 

O que é trauma

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Uma experiência dolorosa pode formar em alguém uma memória traumática. Essa lembrança é a união das emoções, imagens, sons e sentimentos vivenciados em decorrência do trauma. Quando essa memória é acessada em alguma situação que faça a pessoa reviver qualquer um desses itens, acaba ocorrendo um gatilho que traz de volta a experiência do trauma e a sensação angustiante.

 

A palavra “trauma” vem do grego e significa “ferida”. Pode ser definida, de maneira mais superficial, como um acontecimento externo que repercute em nível interno, que é o nível do inconsciente. E é justamente este nível que você precisa alcançar a partir da comunicação com o inconsciente para que o seu paciente que sofre de algum trauma possa encontrar resoluções.

 

Os traumas, como falamos, variam de pessoa para pessoa, pode envolver morte, ameaça de morte, ferimento grave, doença em um familiar, assaltos, abuso sexual, acidente de carro, entre outras coisas. O que é comum a todos, é que esse trauma seja uma resposta a um acontecimento que cause medo intenso, impotência ou horror.

 

Quando o seu paciente sofre de algum trauma, significa que é decorrente de um acontecimento que o abalou muito e provocou modificações consideráveis no seu funcionamento emocional. É uma questão muito complexa e delicada, e precisa do máximo de cuidado para não afastar o paciente de você, afinal, como colocado acima, cada pessoa reage de uma maneira diferente tanto diante de experiências positivas quanto negativas.  

 

Sintomas do trauma

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Os sintomas são inúmeros e podem variar de acordo com a pessoa que sofre de algum trauma. É importante observar e jamais menosprezar o que o paciente está sentindo. Há diversos estudos que apontam eventos ocorridos na infância e adolescência como fatores que tornam as pessoas mais vulneráveis a sofrerem com algum trauma.

 

Alguns sintomas são:

 

  • Físicos: úlceras, dores, hipertensão, enxaquecas, palpitações, fibromialgia, síndrome da fadiga crônica, síndrome do intestino irritável.
  • Emocionais: ansiedade, irritabilidade, agressividade, depressão.
  • Sociais: queda de produtividade, apatia, tendência ao isolamento.

 

Hipnose Ericksoniana: como ajudar um paciente com trauma

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É fundamental ouvir realmente o que o paciente diz, sem julgamentos. Também é importante sempre observar e perguntar sobre os sintomas acima descritos para entender como o trauma é configurado.

 

A hipnose ericksoniana mostra ótimos resultados no tratamento de traumas, justamente por ajudar o paciente a se comunicar com o inconsciente, aprender, compreender e ressignificar as experiências traumáticas, conseguindo chegar até uma resolução.

 

Se o seu paciente sofre de algum trauma, você precisa desenvolver mecanismos de manejo das crises, ressocialização e dessensibilização das coisas que lembram o trauma. O inconsciente é a melhor maneira de se trabalhar a resolução para superar o sofrimento e deixar o paciente mais resiliente para enfrentar e superar seus medos.

 

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Esperamos que este artigo tenha te ajudado. Continue acompanhando o nosso blog e as nossas redes sociais, sempre teremos um novo conteúdo que pode ser esclarecedor para você!

 

Até a próxima,

 

equipe ACT Institute