Nós somos os nossos hábitos. Da hora que acordamos ao momento que deitamos na cama para dormir, seguimos dia após dia em uma sucessão de hábitos, que compõem não somente a nossa rotina, como compõem, também, a nós mesmos: como e quem somos, o que fazemos, como nos relacionamos com outras pessoas e com o mundo ao redor, como nos relacionamos com nossos fatores internos e como reagimos aos mais diferentes estímulos e impulsos.

Para compreender melhor, é possível fazer uma breve pesquisa na internet para entender o que de fato são os hábitos.

Segundo a Wikipédia, um hábito é a “disposição duradoura adquirida pela repetição frequente de um ato, uso ou costume”. Já segundo o site O que é?, o hábito pode se“caracterizar na psicologia […] como qualquer comportamento que [se] repete regularmente ou que requer pouca ou nenhuma razão naquilo que é aprendido e inato”. Ou ainda, o Dicionário Online do Português define hábito como “maneira de se comportar; modo regular e usual de ser, de sentir ou de realizar algo”.

Assim sendo, hábito é um costume que requer pouca ou nenhuma razão para acontecer, isto é, que já é tão naturalizado que ocorre com pouco pensar, e que configura um modo regular e usual de ser, configura quem nós somos.

Não é de se admirar, portanto, que mudar hábitos seja algo tão difícil para qualquer ser humano. No final das contas, mudar nossos hábitos significa alterar questões intrínsecas ao nosso ser, que não são controladas pelo nosso consciente, muito menos por aspectos racionais que podemos comandar com facilidade.

Surgimento dos hábitos

Nossos hábitos começam a surgir logo depois que nascemos. Claramente, esse início é dado de forma primordial e pouco complexa. Todavia, nosso cérebro aprende desde que cedo que criar hábitos, criar essas rotinas mentais, apresenta uma facilidade para o dia a dia.

Em meio a tantas dificuldades e complicações que são naturais da vida, desde o momento em que nos é dada à luz, o cérebro passa a operar por hábitos. Dessa forma, é preciso pensar, calcular e racionalizar menos, enquanto podemos seguir no, pode-se dizer, “piloto automático”. Esse modus operandi nos torna mais resistentes para lidar com as diversas dificuldades que a vida nos apresenta.

Contudo, o tiro pode sair pela culatra, e alguns hábitos costumam se tornar parte do problema, ao colocar-nos em dinâmicas cíclicas e viciantes que, ao invés de nos ajudarem, nos trazem novos problemas. Essa realidade, porém, é natural de todo e qualquer ser-humano, sendo algo a ser trabalhado por qualquer um que quer fazer mudanças profundas na vida.

Essas mudanças, como já mencionado, são difíceis de serem alcançadas caso não haja real comprometimento e força de vontade. Para isso, algumas técnicas podem ser usadas para ajudar.

Os 6 C’s

Stephen Paul Adler, autoridade sênior em Psicanálise, Ph.D. em Psicologia e Pós-doutor em Estresse pós-traumático, introduziu ao ACT Institute, instituto por ele fundado, os 6 C’s. Essa técnica procura, acima de tudo, promover mudanças reais na vida pessoal e profissional de quem a aplica. Parte de sua eficácia se dá por sua excelência em promover alteração de hábitos.

Para saber mais e entrar em contato, clique no link: bit.ly/ACT6Cs