Sabemos que ainda existem muitas dúvidas sobre o mundo da Hipnose Ericksoniana e esse artigo tem o objetivo de quebrar algumas objeções sobre esse tema. 

O paciente fica totalmente inconsciente durante a sessão e não se lembra de nada do que aconteceu. MITO!

Em nenhum momento, no ato da hipnose o paciente fica inconsciente. Durante todo o transe, a pessoa fica mais interiorizada e disponível a um processo de mudança. Contudo, ela ainda é capaz de ouvir, sentir e perceber a sua experiência interna. A consciência deve estar presente para que o paciente participe do processo de cura. O transe hipnótico constrói uma abertura para a mente inconsciente promover aquilo que chamamos das aprendizagens significativas, que geram a resolução do sofrimento.

O hipnotizador possui total controle sobre o hipnotizado. MITO!

O hipnotizador é apenas um facilitador. Trata-se de alguém ao lado da pessoa enquanto seu inconsciente trabalha. Como já mencionado, a pessoa permanece consciente durante todo o período de transe, e, por isso, ela saberá o que acontece à sua volta e continua mantendo o seu grau de autonomia. 

O paciente fica, durante o seu transe, a “cargo” da sabedoria do seu inconsciente, que auxiliará a compreender sua necessidade, seus recursos e o melhor ritmo para realizar o processo de resolução do conflito emocional, de uma forma que seja segura e eficaz. É ele quem decide quando entra ou sai deste estado, conforme sua própria vontade, velocidade e profundidade.

Há palavras “mágicas” que induzem, imediatamente, a pessoa entrar em transe. MITO!

A Hipnose Ericksoniana é utilizada para a cura e um de seus grandes princípios é o respeito mútuo, a co-criação e a intenção. Portanto, não há palavras “mágicas”, pois, cada ser é ÚNICO, assim como sua cura. Deve-se salientar que há, sim, palavras facilitadoras que ajudarão a conexão com experiências positivas, guardadas na mente inconsciente.

A hipnose é induzida pelo hipnoterapeuta, mas não será ele que dará a permissão para completá-la. Isso depende, exclusivamente, do paciente. Ninguém pode ser hipnotizado contra a sua própria vontade.

Hipnose não é a mesma coisa que dormir. VERDADE!

Segundo Milton Erickson, pai da Hipnose Ericksoniana, o estado hipnótico é, essencialmente, um fenômeno psicológico que não tem relação com o sono fisiológico e que depende, completamente, da total cooperação entre o hipnotizador e o paciente.

É possível se auto-hipnotizar. VERDADE!

SIM, é perfeitamente possível se auto-hipnotizar, mas para isso é necessário um alto nível de concentração e domínio da técnica, sempre em consciência e sob controle da situação em que vive. Esse estado possibilita que você compreenda melhor o seu mundo interior e acesse com maior riqueza os seus recursos.  

No processo, você aprende a administrar melhor os seus conflitos e compreender suas ações — o que pode ser a chave para a cura para bloqueios e problemas emocionais. 

No caso de quem já trabalha com psicologia e deseja apurar os conhecimentos e resolver questões pessoais para se tornar um profissional de destaque, a auto-hipnose é uma excelente aliada.

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