Existem inúmeras técnicas de hipnose, bem como diferentes tipos de abordagem. Mas não existe uma vertente correta ou errada, apenas formas. Milton H. Erickson tornou-se famoso por utilizar um meio, até então, inédito: as histórias.

Ao invés de induzir as pessoas à uma reflexão ou pedir para elas se abrirem, ele contava histórias. Seus pacientes, ao ouvi-las, relaxavam e permitam um aprofundamento mais facilitado do profissional em suas mentes.  Se abrindo naturalmente, sem abordagens diretas do hipnoterapeuta, era mais natural a manifestação do indivíduo e mais fácil para Erickson conhecê-lo.

Uma excelente analogia é dada por Stephen Gilligan em seu livro Therapeutic Trances:

“Imagine o corpo humano como instrumento musical e os comportamentos como uma música, ou melodia, tocada por esse instrumento. A tarefa do professor de música (você) é aumentar a habilidade dos alunos (clientes) de tocar seus instrumentos. O professor primeiro escuta o aluno tocando o instrumento, repara atentamente no estilo individual, nos pontos fortes e fracos, nos interesses e assim por diante.

O professor pega seu próprio instrumento, sintoniza-o com o do aluno (desenvolvendo o rapport) e então começa a tocar a mesma melodia ou música (acompanhando).

Na medida que se desenvolve uma ‘dança’ com o aluno, novas notas são acrescentadas aqui e ali e algumas mudanças são sugeridas em um momento e em outro (conduzindo) através da melodia, porém sempre retornando ao ritmo básico do aluno (voltando a acompanhar). Desta forma, o professor permite que o aluno, aos poucos, desenvolva suas próprias habilidades inerentes.”

Assim funciona a abordagem Ericksoniana, onde você muito mais desenvolve uma sensibilidade às reações do paciente, do que realmente o conduz por uma forma pré-concebida.

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