Apesar da terapia ser um tratamento reconhecido, e buscado, por milhares de pessoas ao longo dos anos, pouco sabem o significado do seu conceito.

Terapia nada mais é que o método, a forma, de um profissional levar o paciente a buscar seu autoconhecimento, ajudá-lo a entender muitas coisas de si que talvez não seja possível compreender sozinho.

Dentro desse aspecto encontramos algumas diferenças entre os profissionais:

1)Psiquiatra

Este é o médico especialista em psiquiatria, é quem diagnostica possíveis transtornos mentais e prescreve remédios.

2)Psicólogo

Este é o profissional formado em uma faculdade de psicologia, sendo sua função ajudar a analisar o paciente.

3)Psicanalista

O terapeuta que possui curso em psicanálise é considerado um psicanalista. Seu foco, normalmente, é analisar o paciente frente seus aspectos ainda inconscientes.  

Todos esses três buscam conhecer a mente humana e são terapeutas, mas cada um tem uma abordagem diferente para tratar a mente.

Entendida essa sutil diferença, vamos falar um pouco de hipnose.
Apesar de ser um técnica milenar, ela demorou para ser aceita e abraçada no mundo moderno.

Um dos precursores do seu uso clínico foi Sigmund Freud, que, ao longo do tempo, notou que usava o método para camuflar sintomas e que, mais importante que os resultados físicos, foi sua aproximação com o paciente por meio da técnica.

Anos depois, Milton Erickson percebeu o poder da hipnose, mas, ao invés de usá-la para somente acalmar sintomas, viu que sua verdadeira força consistia em adentrar no inconsciente do paciente para torná-lo vulnerável aos estímulos terapêuticos.

Para isso, antes, ele deveria reconhecer os limites do paciente e fazê-lo se abrir de forma plena. Foi aí que criou a técnica de hipnose ericksoniana para tratar os traumas.

Portanto, apesar do que muitos pensam, a hipnose não é algo de efeito lúdico ou de show, mas, sim, um tratamento funcional e útil.

Como terapeuta que busca adentrar nos mistérios da mente humana, tornar-se um hipnoterapeuta permite aprofundar e tratar de forma muito mais eficiente seus pacientes.

Levando em conta todos esses aspectos, pode-se afirmar que a hipnose e a terapia trabalham lados diferentes da mesma moeda.

Cabe ao profissional que quer dar o “próximo passo” unificar esses aspectos complementares, de forma bastante harmônica, tal qual é ensinado na Hipnose Ericksoniana.