“A hipnose é reconhecida como valiosa prática médica, subsidiária de diagnóstico ou de tratamento, devendo ser exercida por profissionais devidamente qualificados e sob rigorosos critérios éticos”. 

Esse trecho faz parte de uma ementa aprovada no Plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) em 1999, referente ao PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 2.172/97 e atesta que a hipnose é uma terapia séria e eficaz, capaz de conseguir resultados comprovados de cura, especialmente quando associada a outros tipos de tratamentos. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também reconhece a hipnoterapia como uma ferramenta no tratamento de diversas doenças crônicas e de caráter emocional. 

Hipnose Ericksoniana

A hipnose ericksoniana é reconhecida pela ciência como técnica auxiliar no tratamento de dores emocionais e traumas. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) entende que a metodologia ericksoniana é um recurso complementar e auxiliar da Psicologia, que deve ser praticada por profissionais capacitados, utilizando de conhecimentos e técnicas fundamentadas na ciência psicológica. 

Além disso, a intervenção hipnótica — sobretudo a metodologia ericksoniana — ganhou reconhecimento do CFP não só pelos seus avanços no campo da Psicologia, mas também por ser um recurso capaz de ajudar na resolução de problemas físicos e psicológicos como:

 

  • alívio de dores;
  • estados de ansiedade;
  • medos, fobias e traumas;
  • depressão e estresse;
  • controle de hábitos — como tabagismo; e
  • diferentes setores da clínica médica e cirúrgica.

 

Pesquisas

Em 1960, pesquisas começaram a relatar o poder da Hipnose Ericksoniana. As relações de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, psicose, relações histéricas, epilepsia, alcoolismo, asma, infertilidade e hipertensão eram apenas algumas das áreas em que a hipnose tinha se mostrado eficaz. A hipnose Ericksoniana não só é eficaz quando se trata dessas condições, mas também das descobertas para que não haja efeitos colaterais negativos.

O principal uso da hipnose é transformar atitudes negativas e padrões de comportamento nada saudáveis, além de melhorar a autoestima do paciente. 

A pesquisa desmistifica que a hipnose ericksoniana pode causar uma ruptura psicótica ou remover sintomas que ajudam o cliente a sobreviver, como uma espécie de muleta utilizada pelo paciente antes que ele consiga agir por conta própria.

Em estudos que compararam a hipnose com a psicanálise e a terapia comportamental, encontraram 38% de pacientes da psicanálise recuperados após 600 sessões, 72% recuperados após 22 sessões de terapia comportamental e 93% recuperados após 6 sessões de hipnoterapia.

O estado de transe produz condições diferentes de outras terapias, há menos interferência da mente consciente, ou seja, menos resistência à mudanças profundas de transformações. 

A Hipnose Ericksoniana quando combinada a qualquer um dos muitos “agentes de mudança”, forma uma das ferramentas mais poderosas possíveis para efetivamente e eficientemente produzir resultados positivos nos pacientes. Ela promove uma condição interior especial que torna a mudança positiva mais possível e em menos tempo. 

Vale destacar que a hipnose é reconhecida como método auxiliar valioso, principalmente por oferecer ao tratamento procedimentos que só podem ser obtidos por meio desta técnica.

A hipnose é uma técnica séria e comprovada cientificamente, por isso é reconhecida e recomendada pelos principais órgãos de saúde do Brasil e do mundo. 

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