A síndrome de Tourette é um distúrbio neuropsiquiátrico caracterizado por tiques múltiplos, motores ou vocais, que geralmente se instalam na infância. A doença é considerada grave e foi descrita pela primeira vez em 1825 pelo médico Jean Marie Itard. 

A causa do transtorno ainda é desconhecida e ocasiona grande comprometimento psicossocial, causando sofrimento ao portador e seus familiares. 

Em 80% dos casos, os tiques motores involuntários são a manifestação inicial da síndrome. Eles incluem franzir a testa, piscar, contrair os músculos da face em caretas, balançar a cabeça, contrair em trancos os músculos abdominais, além de movimentos mais complexos que parecem propositais, como tocar ou bater em objetos próximos. 

Os tiques vocais consistem em tossir, fungar, rir, pigarrear e uma variedade de sons e gritos involuntários. A síndrome se tornou mais conhecida pelo seu sintoma menos frequente: o uso involuntário de palavras (coprolalia) e gestos (copropraxia) obscenos. Esses sintomas provocam alto nível de estresse aos pacientes, e o sofrimento e frustração que eles experimentam é visível.

O tratamento da síndrome de Tourette consiste em duas abordagens associadas: o tratamento psicossocial e o farmacológico.

Combinando os tratamentos comuns desta síndrome aos efeitos da Hipnose Ericksoniana, a melhora na qualidade de vida do paciente se mostra significativa. Durante o tratamento, o hipnoterapeuta junto com o paciente acessam o inconsciente em busca de respostas, nesse caso, a busca é por relaxamento e autocontrole. 

Com a Hipnose Ericksoniana é possível desenvolver técnicas de respiração, relaxamento muscular, controle dos espasmos involuntários e de auto-hipnose para os momentos de crise. 

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