Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo. Em dez anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. Esse total, que representa cerca de 5% da população mundial, só deve aumentar com o tempo, fazendo com que a doença se torne a segunda maior preocupação em termos de saúde pública no planeta.

Quando voltamos para o Brasil, temos 5,8% da população sofrendo de depressão, ou seja, um total de 11,5 milhões de brasileiros. Ainda de acordo com a OMS, entre os países da América Latina, o Brasil é o que possui maior número de pessoas em depressão.

Pensando na saúde pública,  a partir do dia 1º de julho, o número – 188, do Centro de Valorização da Vida (CVV), está disponível em todo o território nacional graças à uma parceria com o Ministério da Saúde. Desde 2017, o telefone já era acessível em 23 estados brasileiros. As exceções eram Bahia, Maranhão, Pará e Paraná.

O CVV, órgão sem fins lucrativos, que funciona desde 1962, é dedicado a escutar qualquer pessoa que esteja passando por dificuldades, funcionando como uma prevenção ao suicídio. Em 2017, recebeu cerca de 2 milhões de ligações. Neste ano, espera ultrapassar 2,5 milhões

Quando falamos desta doença, muitas pessoas pensam se tratar de uma patologia psicológica, porém o distúrbio geralmente acompanha um mau funcionamento dos neurotransmissores do cérebro. O principal neurotransmissor relacionado à depressão é o hormônio do bem-estar e bom humor – a serotonina! Ele tem a função específica de fazer a comunicação entre as células nervosas. Quando o nível de serotonina está muito baixo, a pessoa fica depressiva. Por esse motivo, os médicos realizam o tratamento da depressão através de remédios.

Mas o que causa essa alteração no cérebro?

Muito se fala que a depressão é causada pela alteração química no cérebro. Mas e o que causa essa “bagunça”?

Como acontece com tantas doenças físicas, a depressão possui uma origem psíquica.
Um evento, uma emoção mal resolvida que você, provavelmente, nem se lembra, pode ter ficado marcado e vem machucando-o pouco a pouco.

As pessoas reprimem essas emoções, sem nem mesmo perceber, enquanto elas crescem internamente. Mas chega um dia, após a perda do emprego ou um ente querido, por exemplo, que tudo acrescenta um peso a mais à nossa tristeza interna.

Como é o tratamento da depressão com hipnose?

Na hipnose, é possível, com a ajuda do cliente, saber a origem que desencadeou tudo isso. É buscada a “causa primeira”, a origem de tudo. Assim que essa razão é descoberta, é aprofundada e, depois, superada, não existindo mais motivos para a mente se sobrecarregar. Dessa forma, o corpo se regula naturalmente – afinal, se ele mudou o funcionamento fisiológico na primeira vez, pode voltar ao estado “normal”.

É importante frisar que os hipnoterapeutas trabalham em conjunto com o cliente, em um nível profundo na mente dele, para buscar a capacidade natural de autocura de seu próprio corpo. Portanto não é indicada a ingestão de remédios, nem alteração de dosagens sem antes consultar um médico.

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