Mindfulness – Atenção Plena 
O termo mindfulness, ou atenção plena, tem suas origens no budismo. Foram os budistas que começaram a trabalhar com o conceito de Sati (que posteriormente passou a ser chamado de mindfulness). Sati se refere à “capacidade de se lembrar”, ou seja, à capacidade de se manter consciente e atento sobre o seu corpo e, principalmente, sua mente, procurando entrar em contato com diferentes pensamentos e emoções. Para resumir, segundo Rupert Gethin, professor de Estudos Budistas na Universidade de Bristol, na Inglaterra, sati é uma consciência e percepção das coisas em relação às coisas, e, portanto, é uma consciência e percepção sobre seus valores relativos. 

Dentro da psicologia, esse estágio de percepção e consciência foi chamado de mindfulness, sendo que no Brasil por vezes também é chamado de atenção plena. Atingir o mindfulness é conseguir dar atenção a certos aspectos importantes da nossa vida que, por muitas vezes, simplesmente deixamos de lado. 

Mindfulness (atenção plena): o constante não julgamento
Pode ser extremamente difícil conseguir entender dentro de nós onde está a nossa mente e onde estamos nós mesmos, como o nosso consciente opera e como o nosso inconsciente nos influencia. Com nosso constante julgamento sobre nós mesmos, que vai nos moldando ao longo dos anos, desenvolvemos formas de agir e pensar que acabam tomando o controle das nossas vida.

A fim de podermos operar bem em um mundo com tantas cobranças e juízos de valor, acabamos por deixar nossa mente entrar muito mais em controle sobre nós mesmos, tirando o nosso verdadeiro “eu” do seu merecido protagonismo. Nossos pensamentos e ações perdem propósito, servindo apenas para padrões internos já consolidados por nós mesmos.

atenção plena
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Ao   exercitar o mindfulness e, logo, permitir-se atingir a atenção plena, passamos a dar um verdadeiro propósito para a nossa mente. Com o mindfulness, o importante é dar atenção completa às nossas experiências. É preciso desfrutar desse momento com atenção e gentil apreciação, sem julgamento ou má vontade.

Por isso, o mindfulness tem se tornado cada vez mais importante. Em um mundo com poderosos estímulos externos que nos servem como gatilhos a todo o tempo, e com uma grande cobrança por adequar-se a diversas demandas da sociedade, aos poucos vamos mais operando no automático e valorizando menos nossas experiências e como nos sentimos em relação a elas.

Logo, começar a praticar o mindfulness nos permite estar presentes, engajados e curiosos, mas sem que acabemos por ficar presos à experiência. A atenção plena permite-nos, também, perceber mais diretamente a experiência e ficarmos confortáveis com sua efemeridade. Além disso, ajuda o cérebro a integrar um maior sentido de “plenitude” pessoal genuína.

Com esse treinamento, você pratica a sua mente de modo a deixá-la mais estável, o que faz com que você consiga promover boas e verdadeiras mudanças na sua forma de agir e pensar.

Mindfulness e os 6 C’s
O curso dos 6 C’s, criado por Stephen Paul Adler, que atuou como diretor internacional da New York Milton H. Erickson Society for Psychotherapy and Hypnosis, tem como o objetivo ensinar sobre os seis diferentes gatilhos necessários para desenvolver a neuroplasticidade em seu cérebro. No curso, é explicado e praticado, também, o conceito de mindfulness, para que seja possível de fato reprogramar o seu cérebro.

Para conhecer mais sobre o curso, descobrir quais são os 6 C’s e entrar em contato em conosco para mais informações, basta acessar o link a seguir: bit.ly/ACT6Cs