De tempos em tempos, existe uma questão que sempre acaba sendo levantada. Afinal, todos podem ser hipnotizados? Eu sou hipnotizável?

Bem, neste caso, devemos avisar que isso não é um consenso entre todos os profissionais, mas existem vários testes e exames que norteiam alguns aspectos.

Um estudo de 2004, conduzido por pesquisadores da Universidade de Virgínia, revelou que sujeitos propensos à hipnose têm diferenças estruturais em seus cérebros.

Na pesquisa, sujeitos altamente hipnotizáveis, na média, tinham um lado do cérebro 31.8% maior, parte que envolve, justamente, a harmonia de informação entre os hemisférios cerebrais.

Até aí podemos, então, associar que algumas pessoas não conseguem ser hipnotizadas, certo?

Bem… Na verdade, não.

Estudos comprovam a capacidade (ou incapacidade) da pessoas serem hipnotizadas. São utilizadas técnicas gerais e iguais para todos, mas certos métodos se adaptam ao perfil de cada indivíduo, tornando-o mais suscetível à concentração e foco ao ponto necessário – como o método ericksoniano, por exemplo.

Mais importante que ter nascido com as características certas, ser afetado está muito mais ligado à pessoa querer ser afetada.
Afinal, nosso cérebro entra e sai de pequenos estados de transe diariamente e de forma natural.

Portanto, ainda que existam certas dificuldades entre cada paciente, o estado pode ser alcançado por todos.|
Então, respondendo às perguntas iniciais: Sim, todos podem ser hipnotizados.

E, complementando a resposta anterior, você pode ser mais ou menos hipnotizável, mas, independente disso, também pode ser afetado caso se permita.

Agora que você sabe que pode ser afetado pela hipnose, aprofunde no tema!

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