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“Deus criou o homem porque ele ama histórias.” A frase de Elie Wiesel pode facilmente exemplificar duas coisas: a primeira é como a arte de contar histórias tem sido há séculos um dos maiores artifícios humanos, e a segunda, é como ela pode ser fundamental em suas sessões de terapia.  

 

Deixando à parte os profissionais que não procuram inovação em seus consultórios,  apresentamos a arte de contar histórias, metáforas e citações que curam aos que desejam agregar conhecimento e métodos variados.

Como contar histórias pode ajudar?

As metáforas nos permitem usar a imaginação e a criatividade mais livremente, e com frequência são interpretadas como se fossem verdadeiras. Sabendo disso, já imaginou o poder de uma metáfora conduzida corretamente em suas sessões de terapia?

 

Há séculos, a arte de contar histórias tem sido uma ferramenta relevante para conduzir o cérebro humano a alguma ação, seja ela mero entretenimento ou a venda de alguma ideia ou produto. Empregar tais estratégias com o intuito de cura e tratamento, acabam sendo tão efetivas quanto as estratégias de venda, se colocadas da maneira correta.

 

A indução do inconsciente feita por meio de metáforas tem sido um poderoso método de tratamento da hipnose clínica, assim como de outras práticas. É através de sessões de terapia que oferecem diversidade em tratamento – que incluem a arte de utilizar histórias – que diversos pacientes têm encontrado a cura física, emocional e mental.

 

Uma breve demonstração: O Puxão!

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“Certa vez, havia um elefante muito forte e poderoso.

O elefante pertencia ao circo. Todos os dias, o elefante era forçado a se apresentar pra as multidões que vinham ver o show. Ele tinha que sentar, ficar de pé nas patas traseiras, rolar, contar e mais todas as coisas que não tinham nenhuma relação com o elefante que ele queria tanto ser. Era óbvio que ele era muito, muito infeliz tendo que fazer todas aquelas tarefas que realmente nenhum elefante jamais escolheria fazer.

 

Ele tinha que fazer muitas, muitas coisas que ele não queria ou gostava de fazer, mas que ele simplesmente tinha que fazer. Estava claro que ele ansiava por ser livre. Ele não era respeitado, não tinha permissão de ser apenas o elefante que era e poderia ser. Ele não era livre pra levar sua vida de elefante da maneira que um elefante deve viver.

 

Todos os dias, um garotinho, que havia percebido a infelicidade do elefante, vinha ao circo para assistir a todas as apresentações. Finalmente, o garoto, bastante frustrado, perguntou ao treinador do elefante: – …”

 

Quer saber o final da história, ter acesso à esta e muitas outras metáforas que ajudam diversos terapeutas e psicólogos a colocarem em prática tratamentos inovadores em suas sessões de terapia? Conheça o livro escrito pelo renomado Ph.D. Stephen Paul Adler: https://livrodigital.actinstitute.org/

 

Grande abraço e até a próxima!
Equipe Act Institute.